
Desde o início do cinema, já foram feitos centenas de filmes sobre a vida ou especificamente a Paixão de Cristo, alguns mais outros menos fiéis aos evangelhos:
Cecil B. DeMille dirigiu em 1927, a primeira versão de “O rei dos Reis”, que foi refilmado em 1961 por Nicholas Ray.
Em 1965, George Stevens dirigiu “A maior história de todos os tempos” com Max Von Sydow.
Em 1973, Norman Jewison dirigiu a ópera rock “Jesus Cristo Superstar”, com um Cristo negro e música de Tim Rice e Andrew Lloyd Weber (Evita), que foi refilmado para a televisão em 2000, com menor êxito, além de “Godspell – A Esperança” de David Greene (1973) que também trazia elementos do movimento hippie.
Franco Zeffirelli orquestrou em 1976 uma versão completa para a TV com 371 minutos (que depois foram reduzidos para o lançamento em vídeo e dvd), que sempre é exibido pela Rede Record na época do Natal. Já a Rede Globo prefere exibir em qualquer feriado católico, o filme “Jesus” de 1999, com Jeremy Sisto no papel principal.
O polêmico “A paixão de Cristo” (2004) de Mel Gibson trazia extrema violência e crueldade, apesar de Cristo ter passado por tudo aquilo. O filme é falado em latim, aramaico e hebraico (as línguas originais daquela época) e tem James Caviezel como Cristo.
Até o cinema nacional arriscou algumas produções como:
“O menino arco-íris” de 1979 que conta a infância de Jesus e “Maria – Mãe do filho de Deus” de 2004, sob o comando do Padre Marcelo Rossi.

Além de vários outros filmes anteriores e posteriores a esses, como “A última tentação de Cristo” de Martin Scorsese e “Jesus de Montreal” de Dennys Arcand, que terão suas críticas publicadas aqui futuramente.
Cecil B. DeMille dirigiu em 1927, a primeira versão de “O rei dos Reis”, que foi refilmado em 1961 por Nicholas Ray.
Em 1965, George Stevens dirigiu “A maior história de todos os tempos” com Max Von Sydow.
Em 1973, Norman Jewison dirigiu a ópera rock “Jesus Cristo Superstar”, com um Cristo negro e música de Tim Rice e Andrew Lloyd Weber (Evita), que foi refilmado para a televisão em 2000, com menor êxito, além de “Godspell – A Esperança” de David Greene (1973) que também trazia elementos do movimento hippie.
Franco Zeffirelli orquestrou em 1976 uma versão completa para a TV com 371 minutos (que depois foram reduzidos para o lançamento em vídeo e dvd), que sempre é exibido pela Rede Record na época do Natal. Já a Rede Globo prefere exibir em qualquer feriado católico, o filme “Jesus” de 1999, com Jeremy Sisto no papel principal.
O polêmico “A paixão de Cristo” (2004) de Mel Gibson trazia extrema violência e crueldade, apesar de Cristo ter passado por tudo aquilo. O filme é falado em latim, aramaico e hebraico (as línguas originais daquela época) e tem James Caviezel como Cristo.
Até o cinema nacional arriscou algumas produções como:
“O menino arco-íris” de 1979 que conta a infância de Jesus e “Maria – Mãe do filho de Deus” de 2004, sob o comando do Padre Marcelo Rossi.
Além de vários outros filmes anteriores e posteriores a esses, como “A última tentação de Cristo” de Martin Scorsese e “Jesus de Montreal” de Dennys Arcand, que terão suas críticas publicadas aqui futuramente.

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